Nasceram com os árabes e dos árabes os Portugueses mantiveram o nome de azulejo, mas foram os Portugueses que os reinventaram em padrões, cores e geometrias que permitem combinações infinitas de mil matizes e efeitos de ilusão de óptica. Nos roteiros que agora lhe propomos encontra mais de 200 tipologias distintas de azulejos de fachada, desde finais do século XVIII a meados do século XX.

Campo de Ourique: Entre a tradição e a modernidade

Um bairro residencial e cosmopolita que possui uma atmosfera muito própria. Apesar de um núcleo inicial antigo conheceu um grande crescimento a partir dos primeiros anos do século XX. Os seus azulejos reflectem isso mesmo.

Estrela, Lapa e Madragoa: Entre fidalgos e varinas.

Entre palacetes e chalés construídos pela burguesia e ruelas com habitações modestas de marítimos e vendedeiras de peixe. Só Lisboa poderia ter esta mistura. A aristocracia e o povo representados em azulejos.

Alcântara, Ajuda e Belém: Lisboa dos Descobrimentos, do Império e do Ultramar. Lisboa Operária.

Duas épocas, com diferentes protagonistas. Um passado mais remoto, um passado mais recente. A história dos lugares e dos protagonistas, também através dos azulejos de fachada.

O modernismo: Os Azulejos e as “vanguardas”

Os artistas plásticos, os arquitectos e os decoradores não ficaram indiferentes à tradição dos azulejos. Desde meados do século XX à actualidade multiplicam-se os exemplos desta abordagem moderna e contemporânea.

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