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Já imaginaram Portugal sem azulejos? Isso seria uma impossibilidade!

Não fomos nós que os inventámos, mas ninguém os utilizou e utiliza como nós.

Contam histórias, sagradas nas igrejas, com temas bíblicos ou passos da vida de santos, profanas nos palácios com cenas de caça e galanteio.

Cobrem fachadas, acompanham escadarias, emolduram janelas. Numeram e nomeiam arruamentos. Formam anúncios.

Isolados e emoldurados, em madeira ou ferro forjado, surgem nos corredores e salas exibindo provérbios ou frases sentenciosas, “seja bem-vindo quem vier por bem”…

A sua presença é bastante antiga, não faltando exemplos mouriscos, pois na verdade até o nome “azulejo” herdámos dos árabes. Manufacturas e fábricas espalhadas por muitos lugares de norte a sul de Portugal laboram desde o século XVIII, tendo a tradição azulejar portuguesa chegado também ao Brasil.

Esta forte presença nas paisagens urbanas e monumentos, e todo o lastro cultural e imaginário associado aos azulejos não deixou indiferentes os artistas plásticos, sobretudo das gerações do modernismo português; Maria Keil, Júlio Pomar, Almada Negreiros e Gargaleiro, são apenas alguns dos artistas que deixaram também a sua arte impressa em azulejos.

Na Vanellus fazemos várias abordagens aos azulejos de Lisboa. Se gosta do tema podemos contar-lhe várias histórias. Venha connosco…

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